Daniel de Oliveira Blog


DANIEL DE OLIVEIRA

Nome:Daniel de Oliveira
Idade:27 anos
Nascimento:19/06/1997
Cidade:Belo Horizonte
Primeiro trabalho:Foi no seus 14 anos, quando estreou numa peça de teatro
Teatro:Perticipou da peça "Êxtase"

Cinema e Televisão

Malhação:-Marquinhos Almeida (1999 e 2000)

O Circo das Qualidades Humanas-Bosco (2000)

A Padroeira-Padre Gregório (2001)

Um Só Coração-Bernardo Souza (2004)

Cazuza- O Tempo não Pára-Cazuza (2004)

Cabocla- Luis Jerônimo (2004)

 

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Maluzinha


Nome:Maria Luisa
Msn:marialuisa_mf@hotmail
Música:O tempo não pára/Seu Único/Boa Noite Ilusão/vida louca vida/ maior abandonado
Daniel:Super talentoso, simpático e lindo.
Fã-Clube:Participo do FC Seu Único
Filme:Cazuza - O Tempo não Pára.O Chamado.
Cantor favorito:Cazuza, Daniel de Oliveira, Frejat
Frase:É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã
Orkut:Maria Luisa Fonseca

Lari


Nome:Larissa
Msn:lari2410@hotmail.com
Música:O tempo não pára, smell like teen spirit e vermilion
Daniel:Super talentoso, lindo
fã-Clube:naum participo de nenhum
Filme:Cazuza - O Tempo não Pára, Olga
Cantor favorito:Cazuza, Kurt
Frase:”O mais inteligente eh akele que quer aprender”
Orkut:naum tenho


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Sábado, Abril 09, 2005


Olá gente, td bom com vcs?!? esperu que sim, pois comigo está td otimo, amanhã(sábado) vai ser um xou, vô pra ksa da minha amiga junto com outras fazer uma sessãozinha de filmes, axu que agente vai assistir Cazuza tbm!!!

Quero agradecer a todos vcs que entram aki no meu blog e que deixam seus comentários! Tbm kero agradecer a todos os e-maisl que recebo de fãs do Daniel elogiando meu blog, se kiserem continuar mandando pode mandar eu respondo todos, por isto podem mandar!!!

Hj vô fazer um posto sobre o Cazuza e o Barão Vermelho dos tempos do Cazuza e o de hj tbm, espero que todos gostem!!!

Como de costume uma Montagem


Cd's do Barão Vermelho anos 80



Cd's de Cazuza- Carreira Solo




Livros




Depoimento-Cazuza, por ele mesmo

A minha música faz parte de uma história que começou quando o meu avô, dono de um engenho em Pernambuco, resolveu morar em cima do areal do Leblon (Rio de Janeiro), como terceiro morador da região. Ali nasceu meu pai, João Araújo, que se casou com uma moça linda, Lucinha, que cantava como um passarinho. Uma mulher que se tornou importante no cenário musical e que teve, numa das primeiras novelas da televisão, sua gravação da música "Peito vazio" (de Cartola) incluída na trilha sonora. Gostava de vê-la cantando e penso que isso influiu muito no meu futuro.

Meu pai também pesou muito. Ele sempre transou disco e, quando eu era menino, tinha a casa cheia de artistas. Eram cantores que chegavam e saíam o tempo todo. Conheci Elis Regina, os Novos Baianos, Jair Rodrigues, que gostava de brincar de me jogar para o alto, e outros cantores. Na nossa casa, se respirava música o tempo todo.

Naquele tempo, queria ser um grande arquiteto e só me interessava em ficar fazendo mapinhas da cidade, traçando ruas e desenhando edifícios. Essa mania acabou quando resolvi fazer vestibular e percebi que não dava pra matemática. Como fazia mapas, fazia poesia às escondidas de meus pais, porque era um romântico, um cara cheio de dores-de-cotovelo.

Ser filho único, por um lado, é bom; por outro, não. Meu pai e minha mãe, por força da vida profissional, tinham de frequentar a vida boêmia - o que acabei herdando deles também - e me deixavam sempre com a minha avó materna. Ela era uma mulher fantástica, muito louca, aberta e deixou um grande buraco na minha vida quando morreu. Fiquei sozinho, sem um irmão para dividir comigo as alegrias e mágoas. Não tive coragem de me abrir com os meus pais sobre minha vocação poética, porque pensava que iam dar o contra. Então, com minha avó, discutia versos, rimas. Ela foi a pessoa que mais influiu na minha infância e adolescência. Meu pai e minha mãe não eram repressores. Já aos 13 anos, tinha a chave de casa e o carro de meu pai para dirigir.

Conheci o sexo tarde, aos 15 anos. Meus amigos todos há muito já transavam mulheres e eu ficava apenas preocupado com o lado romântico da coisa. Por isso, nunca procurei prostitutas como meus amigos e só conseguia um relacionamento se a parceira era minha namorada. A primeira foi uma moça mais velha e me deu grandes lições de sexo. De cara, tirei diploma. Aí, saí dali e contei tudo ao meu pai. Já pensei em me unir a alguma mulher, porque me sinto muito solitário.

Mas não consigo encontrar alguém que me entenda e, a essa altura, já não sei dividir mais nada, muito menos apartamento. Já não tenho saco pra ser cobrado de nada e dificilmente as mulheres entendem que gosto de ficar sózinho com meus versos, escutando música ou simplesmente em silêncio. Já cheguei a viver com uma e não deu certo. Sempre fui um cara certinho, sem as rebeldias dos jovens atuais. Claro que algumas vezes dava minhas fugidinhas de casa, mas sempre voltava como um bom menino.

Aos 17 anos, comecei a descobrir que minhas poesias podiam ser letras de músicas, mas só assumi isso aos 23 anos, quando entrei no Barão Vermelho. Antes disso, procurei conhecer tudo sobre teatro, pois sabia que era um bom veículo pra me tornar cantor. Fui falar com o Perfeito Fortuna, do Circo Voador, para entrar no seu curso de teatro. Comecei, então, a ensaiar a peça do curso, "Pára-quedas do coração".

Cheguei a me empolgar no dia da estréia, quando o Léo Jaime, que também estava na peça, me falou que conhecia um grupo musical que estava se formando e procurando um vocalista. Era um tal de Barão Vermelho. Fui, no dia seguinte, ao encontro deles e minha história começou.

Dei de cara com quatro garotos fazendo um som que era um esporro: Roberto Frejat (guitarra), Maurício Barros (teclados), Dé (baixo) e Guto Goffi (bateria). O Dé tinha 16 anos e os mais velhos eram o Frejat e o Guto, que tinham 18. Eles não sabiam que eu era filho do presidente da Som Livre. Eram apenas um bando de garotos que não se tocavam para quem fosse o filho desse ou daquele pai importante. Queriam apenas fazer som, sucesso e despertar a atenção do público. Começamos em showzinhos por aí, em noitadas underground.

Quase um ano depois de termos feitos muitos shows, o Ezequiel Neves se dignou a escutar uma fita do Barão. Ele fez o maior escândalo e, como era produtor da Som Livre, foi convencer o Guto Graça Mello, diretor artístico da empresa, a gravar o nosso disco. Ele também topou, dizendo que havia ficado impressionado com a agressividade do grupo. Era pegar ou lagar, porque sentiu que poderíamos ir para outra gravadora. Meu pai não aceitou a idéia facilmente, mesmo diante dos argumentos do Zeca e do Guto. Foi todo o tempo contra. Acreditava que a crítica iria me crucificar e a coisa ficaria parecendo um lance de puxa-saquismo, de proteção ao filhinho do patrão. Mas gravamos nosso primeiro disco em 48 horas de estúdio, uma coisa completamente garagem. E, ainda por cima, o som do estúdio acentuava um defeito meu, o de ter a língua presa. Eu ciciava escandalosamente. Lógico que as rádios não tocaram, pois fugia totalmente ao padrão radiofônico.

Mas aconteceu que o Caetano Veloso estreou no Canecão o show "Uns", incluindo no repertório "Todo amor que houver nessa vida", música de Frejat com letra minha. Logo depois, estouramos "Pro dia nascer feliz", do nosso segundo disco, e, em seguida, veio "Bete Balanço", tema do filme de Lael Rodrigues. Nosso terceiro LP, "Maior abandonado", nos deu um disco de ouro. Aí, a batalha estava ganha.

Os atritos com o Barão começarão por ocasião do Rock in Rio. Era bem ciumeira de garotos instigada pela imprensa, que sempre me colocava à frente deles em entrevistas, ou mesmo pelo público, que sempre gritava meu nome nos shows. Me bateu aquele negócio de filho único que não divide nada com ninguém, que sempre tem de fazer o gol porque a bola é dele. E também no rock¿n¿roll não pode haver dor. E estava pintando dor. Eu queria fazer coisas, eles discordavam.

Estávamos prestes a entrar em estúdio para gravar o quarto LP quando resolvi cair fora. Foi ótimo para os dois lados. A dor acabou, continuei superamigo deles, minha parceria com o Frejat ficou melhor ainda e "it¿s only rock¿n¿roll and we like it"!

Meus pais foram muito compreensivos quando comecei a dizer em entrevistas que era bissexual. Só achavam que eu estava exagerando, me expondo, mas esse é o papel deles. Se há alguma coisa errada, é comigo. Procuro as respostas através da vida. Quando ficar velhinho e morrer, ninguém vai mais lembrar deste meu lado. Só a música vai ficar. É só isso que o público vai levar do Cazuza.

Pra compor, não planejo absolutamente nada. Acho que sou a pessoa mais desorganizada que você pode imaginar. Tudo me acontece de supetão, porque nunca sei como a coisa vai sair. Agora, quando a inspiração vem, sou caxias mesmo, muito sistemático. Quando sento à mesinha para trabalhar, faço mesmo. Se a idéia não pinta, puxo por ela até acontecer. Só sou disciplinado para trabalhar. Pode ser até as quatros horas da manhã. Mas se começo uma letra, ela tem que sair. Depois fico semanas melhorando as imagens, as rimas.

Desde o primeiro disco com o Barão, o Zeca me chama a atenção para o meu lado transgressivo. Em minhas letras sempre me desnudei. Ele dizia:"Vá com calma, estamos em 82, a barra está heavy. Diga tudo que passar pela tua cabeça, mas quer você queira, ou não queira, vou mandar para a censura letras diferentes, bem inofensivas. Eles liberam, depois você canta e grava o que quiser cantar." Quase sempre deu certo. Isto porque, no caso de "Só as mães são felizes", eu bobeei e mandei a letra certa. Vetaram, é lógico. Não entenderam que era uma coisa moralista, pós-Nelson Rodrigues. Usei imagens fortes para falar de meu preconceito com o fato de não permitir a nenhuma mãe do mundo encarar as barras que eu encarava. Era como se eu dissesse que as mães são para serem colocadas num altar, para serem veneradas.

Mas o mais engraçado aconteceu quando mandamos a letra de "Exagerado" para o Leoni musicar. Eram trinta e tantos versos. Ele teria que ¿enxugar¿ um pouco. Só que ¿enxugou¿ demais. O título poderia ser "Tímido", pois ele cortou achados ótimos. Basta dizer que não havia mais os versos: "Por você eu largo tudo / Carreira, dinheiro, canudo. " Mas a música era ótima e só tivemos que colocar os versos cortados novamente. Foi o que fizemos e a música acabou se transformando em meu cartão de visita.

Minhas influências literárias são completamente loucas. Nunca tive método de ler isso ou aquilo. Lia tudo de uma vez misturando Kerouac com Nelson Rodrigues, William Blake com Augusto dos Anjos, Ginsberg com Cassandra Rios, Rimbaud com Fernando Pessoa. Adorava seguir Carlos Drummond de Andrade em seus passeios por Copacabana. Me sentia importante acompanhando os passos daquele Poeta Maior pelas ruas à tarde. Mas meu livro de cabeceira foi sempre "A descoberta do mundo", de Clarice Lispector. Adoro acordar e abri-lo em qualquer página. Para mim, sempre funciona mais que o I Ching. As minhas letras têm muito desses ¿bruxos¿ todos.

Não tenho a voz aprimorada, nunca estudei canto e tenho a língua presa. Mas cantar rock não é fácil, não. Não estou desmerecendo o que cantei até hoje; é que sempre foi muito fácil, para mim, cantar rock. Não sou um grande cantor, nem tenho uma extensão de voz grande. Por isso, canto muito no berro. Há também a possibilidade de você recitar a letra, como Lou Reed e Marianne Faithfull fazem. Tem todo aquele sonzão atrás e você entra mais ou menos gritando a emoção. Isso não acontece com as músicas mais lentas, que tenham mais nuances na melodia. Cantá-las é muito difícil. Embora sempre faça questão de dizer que não sou cantor, e sim intérprete, confesso que tenho a preocupação de apurar a voz ao máximo.

A bossa nova "Faz parte do meu show" canto com a voz de criança que jamais imaginei fazer, uma coisa bonita que passou por muitos ídolos do meu passado. Passou pelo João Gilberto, pelo Chet Baker. Eu gosto de tudo, do berro da Janis Joplin e da Bessie Smith. Adoro a Dalva de Oliveira e a Elvira Rios. Acho isso saudável para um artista. Em matéria de música, não sou nada radical. Mas foi com o rock que encontrei a minha tribo. De repente, fumei um baseado, saí na rua e vi uma porção de gente igual a mim. Soltei pipa e joguei frescobol ao som do rock. Era a liberdade, da mesma forma que o jazz foi pra geração dos 40.

Eu não pirei com os Beatles, não dava muita importância, via como uma coisa meio histérica. Mas adorava também. Cantava "Help!" numa língua que inventei¿ Só quando pintou Caetano com "Alegria alegria" é que achei aquilo moderno. Gal cantando "a cultura, a civilização, elas que se danem¿" Macalé e a ¿morbideza romântica¿ de Wally Salomão. Rock eu conheci mesmo através do Caetano e da Tropicália, Os Mutantes, Rita Lee, Novos Baianos. Com 13 anos, eu estava lá no pier de Ipanema; ficava de tiete, de longe, tentava apresentar uns baseados pra eles, mas ninguém pedia.

O Roberto Carlos também é uma pessoa importantíssima para mim, porque faz parte da minha infância. Eu cresci amando a Jovem Guarda. Tinha tudo com a marca Calhambeque: roupa, merendeira, sapato. E um dos momentos mais emocionantes da minha vida foi quando, aos dez anos, meu pai me levou ao estúdio da Som Livre, onde o Roberto Carlos estava gravando. Ele me convidou para ir tomar um refrigerante numa padaria ali perto. Eu queria andar devagarinho para que as pessoas vissem que estava ali uma criança orgulhosa por estar ao lado dele. Outro dia, ele precisava do estúdio onde eu estava gravando, me ligou e disse: "Oi, meu Barão¿" Eu respondi que não era mais do Barão, mas ele disse que vou ser sempre. E ele está certo. Eu vou ser sempre um Barão Vermelho. Ele é o Rei e me elegeu seu Barão.

O lance estrangeiro veio pelos Rolling Stones, mas quando a Janis Joplin morreu eu nem sabia quem era ela¿ Só fui saber dois anos depois, em 1972, quando fui expulso do Santo Inácio, que é um colégio de padres, e fui para o Anglo-Americano, mais liberal, onde a gente ouvia Rolling Stones no recreio. Mas então um amigo me mostrou a Janis, que eu conhecia da televisão, entre uma novela da Janete Clair e outra. Tava assim:"Jimi Hendrix e Janis Joplin mortos por drogas." Para mim, aquilo era uma coisa horrorosa. Mas quando ouvi aquela mulher descobri que ela era genial. Aí eu entendi o que era o blues, e através da Janis descobri a Billie Holiday e mesmo a Dalva de Oliveira. Tudo aquilo que eu já curtia, mas que achava cafona. Aliás, sou cafona e assumo. Gosto de palavras como ingratidão. Sou meio Augusto dos Anjos:"Escarra na boca que te beija."

O que passo para as pessoas é muito mais do meu trabalho do que das coisas que faço fora dele. É claro que existe todo um folclore em torno do meu nome. Tudo quanto é matéria relacionada a bar, por exemplo, tem que ter o meu nome, por que sou realmente um frequentador da noite. Mas o que fica mesmo pras pessoas que consomem meu trabalho é a mensagem romântica que está no que escrevo. O meu trabalho tem muito essa coisa de cutucar a dor de amor. É o lado meio dark do amor que as pessoas curtem em mim.

Acho até que, atualmente, poucos compositores falam desse tema. Antigamente, tinha aos montes: Dolores Duran, Lupiscínio Rodrigues, Noel Rosa, Cartola, Maysa e tantos outros. Depois disso, pintou uma fase em que era cafona e antiquado falar do sofrimento. Não estou sendo pretensioso, não, mas vários estudiosos da música popular já me disseram que eu trouxe essa coisa da dor-de-cotovelo de volta. É claro que isso aconteceu com a moldura mais epidérmica do rock. Todo brasileiro, todo latino-americano, é pego um pouquinho pelo pé nisso de mexer na ferida do amor. E sempre gosta de temas relacionados a uma paixão que não deu certo. Esse é o lado diferente e talvez polêmico do meu trabalho.

Enfrentar o palco para mim é tudo. Aflora um lado sensual meio incontrolável. Às vezes, entro de pau duro, a coisa pinta até antes de subir ao palco¿ Outras vezes, entro morrendo de medo, mas cantando solta a tensão. Sem brincadeira, é lance sexual mesmo. Fora do palco, sou tímido, um menininho, me sinto profundamente desajeitado. Mas, no palco, sou um Super-Homem, de pôr a capa e sair voando. Sinto o sexo aflorando, olho pras pessoas e sinto que tem uma coisa também que volta em resposta. Porque estou mostrando uma coisa bonita que eu compus: não sou humilde, gosto mesmo do que faço. É muito o lance do prazer, eu e a platéia transando pra caralho.

Tem gente que se irrita, porque eu canto que todo mundo vai pegar sua pasta e ir pro trabalho de terno, enquanto vou dormir depois de uma noite de trepadas incríveis. Mas o dia-a-dia não é poético, todo mundo dando duro e a cada minuto alguém sendo assaltado ou atropelado. Então, vamos transformar esse tédio todo numa coisa maior. Li uma vez que você vive não sei quantas mil horas e pode resumir tudo de bom em apenas cinco minutos. O resto é apenas o dia-a-dia. Um olhar, uma lágrima que cai, um abraço¿ Isso é muito pouco na vida. Então, isso vale mais que tudo para mim. Prefiro não acreditar no Day after, no fim do mundo, no apocalipse. Um dia, ainda vou andar na nave espacial Columbus. Bêbado, lógico, mas vou andar!

Por enquanto, o que me dá maior prazer além da música é o beijo na boca. Aquele lance do beijo que é o "fósforo aceso na palha seca do amor". O beijo começa tudo; é da boca que vem a relação¿ a primeira vez que se entra numa pessoa. Pra mim, é essencial. Sou capaz de ficar de pau duro se beijar alguém.

Eu fico feliz quando penso que o homem difere dos bichos e das plantas porque pode amar sem reproduzir - embora o Papa não goste disso. O homem transa por prazer. Então, pode ser homem com homem, mulher com mulher, com diafragama, com pílula, com o que for¿ Homossexualismo é assim uma coisa normal. E o hetero, e o bissexualismo. O homem pode amar independente do sexo, porque ele não é bicho, não é planta. Se o cara não quer, não sente atração, tudo bem. Mas não tem esse negócio de regra geral quando se fala de amor. Quando pinta tesão, estou com Tim Maia e Sandra de Sá: "vale tudo", mesmo!

Sou eclético, mas acho que quem não é eclético também faz muito bem. Se o cara é roqueiro de alma, como meu irmão e parceiro fiel Roberto Frejat, como o Dé e o Guto Goffi, devotos do rock, é superbacana. O rock¿n¿roll é como uma trepada, muito ligado ao sexo e à droga.

Em relação à droga, por exemplo, a posição da lei é ridícula. Nunca se bebeu tanto nos Estados Unidos quanto no tempo da lei seca. Proibir interessa a quem? Pra máfia da Bolívia, da Colômbia, do Brasil. Porque é o próprio governo, da Bolívia que lucra com isso. Por isso, marginalizam¿ No tempo de Freud, a cocaína era vendida em farmácia. Maconha, os índios fumaram a vida inteira. Então, interessa ao poder marginalizar, porque outros tipos de drogas são vendidos em qualquer farmácia. Maior de 21 anos, com receita médica, poderia comprar¿ E é isso que eu acho: droga tem que ser vendida em farmácia.

Eu luto contra um sentimento de culpa cristão que tenho. Estudei num colégio de padres quase dez anos. Então, a minha vida em si é uma luta para vencer isso. É difícil falar no assunto, porque é uma coisa muito particular, de formação mesmo. Eu já venci muitas barreiras, mas a gente sempre tem outras a derrubar. Por um tempo, fiz análise para descobrir as novas barreiras que tenho. Fiz cinco meses, mas deixei, me dei alta porque resolvi o que queria naquele momento. Você vai ao médico porque está doente; depois você fica bom e não precisa mais ficar indo. Caso adoeça de novo, você volta. Minha cabeça ficou boa. Então, eu vou à praia em vez de ir à análise. Tenho esperança de que vou ser muito feliz, mais do que sou.

A minha ideologia é a da mudança. Nada de partido político. É a coisa de mudar o Brasil, em qualquer dimensão. Eu não tenho partido, sério. Mas estou com as pessoas que podem mudar alguma coisa, dou a maior força. Sou socialista por vocação, por natureza, por amor mesmo. Porque acho que o socialismo está no meio, está entre o comunismo ditatorial e o capitalismo selvagem, num ponto onde a iniciativa privada pode dar alguma coisa também.

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Quinta-feira, Março 24, 2005


Oiiee galera. td blz?!?!? Pow quanto tempo néh? meu pc kebrou, dai fikei sem postar aqui!!! POR ISTO AOS VISITANTES DO BLOG MINHAS DESCULPAS...
Como algumas de vcs já sabem o Daniel saiu na Revista Trip para Mulheres, mais conhecida como:TPM!
Então daí fiz uma montagem que vou botar aki junto com algumas fotos e uma pequena reportagem, ok ?!?

.:.Trip.:.





.:.Reportagem.:.

Um dia antes da data marcada para a sessão de fotos com a Tpm, Daniel Oliveira resolve não posar para este ensaio. Conta que não está legal física nem psicologicamente, diz que emagreceu no fim de semana, que anda cansado e sem dormir. Depois de alguma insistência, muda de idéia. ¿Foi mal o transtorno de ontem. É que misturou o mau humor de duas noites de insônia, virando de um lado para o outro na cama, com uma estafa física e mental¿, explica. ¿Estou há três anos sem férias, emendando um trabalho no outro. Agora que parei, veio a baixa de resistência. Sabe quando fica tudo à flor da pele e você se dá conta de que está estressado e que precisa se recolher um pouco? Vim de uma pegada muito forte.¿

A bateria ininterrupta de trabalho a que Daniel, 27, se refere teve início com as filmagens de Cazuza ¿ O Tempo Não Pára, em julho de 2002, e continuou com as minisséries Um Só Coração e Hoje É Dia de Maria. Entre as duas, o ator pegou pesado como protagonista da novela Cabocla e ainda arrumou tempo para se dedicar à formação de uma banda, a Pedras Pra Moer, que mistura rock clássico com funk e até drum¿n¿bass.
Apesar de ter estreado na Globo em 1998 como o Marquinhos de Malhação, foi depois de emagrecer 11 quilos e interpretar um pop star do filme de maior bilheteria nacional do ano passado (Cazuza, de Sandra Werneck, foi visto por mais de 3 milhões de pessoas) que ele se tornou conhecido de fato. Virou queridinho no mundo do cinema e foi valorizado na Globo.

Vida Louca Vida
A vida de Daniel é daquelas que daria um roteiro de filme. Aos 7 anos, passou uma temporada no Iraque. ¿Lembro bem essa época, me marcou muito. Morávamos num acampamento e convivíamos quase só com brasileiros. Tinha até um Pitágoras lá dentro [escola mineira estilo Objetivo] para a gente estudar.¿

De volta ao Brasil, a família se virava como podia. O pai virou taxista e a mãe, pedagoga, ganhava a vida fazendo marmita para fora. Daniel e a irmã dois anos mais velha, médica, cresceram sem muitas regalias, no casarão dos avós maternos, com quem sempre moraram. Estudavam ora em escolas particulares, ora em colégios públicos. ¿Minha mãe e minha avó ralavam pra caramba e achei que tinha que ralar também. Mudei o colégio para o turno noturno e arrumei emprego de auxiliar de serviços gerais.¿ Daniel tinha 16 anos. Incansável, resolveu usar os fins de semana para fazer cursos no NET, escola de teatro superpopular em Belo Horizonte. O que podia ser só mais uma paixão ¿ como o futebol ¿ virou de fato carreira.



"MINHA MÃE E MINHA AVÓ RALAVAM PRA CARAMBA E ACHEI QUE TINHA QUE RALAR TAMBÉM"

.:.Montagem.:.

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Sábado, Fevereiro 26, 2005


Oi galera. td bom com vcs?
Espero que tenham gostado do último posto...
Muito fofa a Carol dizer que o Daniel eh o irmão postiço dela, tah ai gostei, fofissíma...
E até que fim a Vanessa mais o Daniel assumiram este namoro, já estava sem tempo!!!

Bem mais hj não vou postar nada sobre o Daniel, só uma montagem que tem mas fotos dele...
Vô botar uma entrevista que a revista Veja fez com o Frejat sobre a amizade dele e do Cazuza...
Ela não está td, pq eu copiei da revista, por isto se pegarem coloque os créditos do meu blog, ok pessoal?

Entrevista do Frejat para a Revista Veja


Barão Vermelho

Cazuza trancou-se no banheiro de uma casa noturna cinco minutos antes do início da apresentação. Ele queria cheirar cocaína. Disse a Cazuza que podia ter feito aquilo trinta minutos antes do, mas não na hora de subir no palco, conta Frejat, que abriu a porta do banheiro com um chute e acabou machucando o cantor. A segunda briga ocorreu na separação da banda, anunciada de maneira teatral por Cazuza no finalzinho de um show. O Cazuza nunca tinha sido muito profissional, mas esta atitude foi o cúmulo. Ficamos seis meses sem nos falar depois daquilo, diz o guitarrista.

Fora esses percalços, a sintonia entre Frejat e Cazuza era tão boa que muita gente acreditou que houvesse algo mais que amizade--- o que nunca foi o caso.
Existe uma diferença enorme entre um cara que você deseja e um cara que você considera um irmão. Frejat foi o irmão que Cazuza nunca teve¿, explica Ezequiel Neves, crítico de música que apadrinhou o Barão Vermelho e foi grande amigo de Cazuza até sua morte em 1990. Frejat era o amigo que acompanhava Cazuza em suas loucuras, inclusive para protegê-lo no caso de uma briga estourar. Ninguém tinha pique igual ao dele. Saíamos para a noite e ás 4 da manhã estávamos todos esgotados, com exceção de Cazuza, que continuava louco e elétrico, lembra Frejat. É claro que o guitarrista nunca foi exatamente santo. Ele provou o primeiro cigarro de maconha nos anos 70, durante um show do grupo A Cor do Som. ¿ Depois, experimentei tudo que quis. Só não usei heroína porque havia lido a biografia do Milis
Davis e vi o estrago que ela provoca, confessa Frejat--- que ressalta que hoje está sossegado.

Montagem



Bem naum ficou lá estas coisas, mais eh que eu to sem o pograma de fotos que eu tinha!

Na montagem: Daniel de Oliveira, Cazuza, os meninos do PPM incluindo Daniel, Vanessa Giácomo, Barçao Vermelho, Dudu Azevedo.

Bem pessoal espero que tenham gostado e comentem ai pra mim... Super beijo para todos!

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Domingo, Fevereiro 13, 2005


Oiii gente... Desculpa pela desatualização do blog, eu estava com uma reportagem aki, mais é que estava péssimo para postar, então hj fiz um teste e já está melhor!!!
ei gente se no outro post eu estava triste agora estou feliz. Muitos comentários no último post!!! Valeu galera pelos comentários. Simm áté que fim que o blog entrou nos sites de busca, já estava sem tempo. Agora eu axu que irão aumentar as entradas aqui, bem isto eh ótimo!!

Vamos ao que interesse. Hoje irei botar uma reportagem do Daniel. Meus agradecimentos: Tati obrigada pela difícil tarefa(risos) de conseguir esta entrevista. Vc naum sabe o quanto me alegrou. Sim ia me esquecendo e a foto tbm! rsrsrs..Valeu mesmo!!
Bem era só pra Tati meus agradecimentos mesmo, minha companheira de FC( Seu Único), que me atura todos os finais de semana. rsrsrsrs!!

Daniel de Oliveira sai na Revista TV BRASIL:



Daniel de Oliveira artista versátil : Mal deixou a novela cabocla, onde interpretou o advogado Luiz Jerônimo; ator já de volta ao batente, desta vez numa microssérie, dando vida a um simpático palhaço saltimbanco.
Entrevista que o ator fez a revista TV Brasil:

DANIEL: Saí de Luiz Jerônimo e emendei logo nesse personagem . Já estava procurando me desligar de Cabocla afina acabou, né? E ao começar um trabalho novo, procuro esvaziar o Daniel pra deixar o novo personagem entrar.
Fazer um palhaço para Daniel de oliveira já não é mais novidade, né?
Lembra o ator: quando peguei o papel de Quirino comecei a rir sozinho porque em Belo Horizonte(MG) trabalhei como um palhaço para ganhar dinheirinho. Na época, saí do trabalho para ir atrás do teatro. E no final da história , fui acusado de ser um péssimo palhaço( risos) Mas garanto que me diverti muito.

ARTISTA COMPLETO


Se Daniel de Oliveira é um ótimo falante quanto o assunto é sua vida profissional, ele é bastante econômico com as palavras quando o assunto é sobre sua vida pessoal...
Desde que terminou o namoro com a Débora Falabella ele é sempre visto com a companhia da,amiga,Vanessa Giácomo. Apesar das especulações, o casal garante que são apenas bons amigos...

Extras:




Thatha: vc tem algum parente que tambem trabalha na tv?
Carolina Oliveira responde para Thatha: Não. Tenho um irmão postiço, o Daniel Oliveira. Mas minha mãe já disse que não tem idade pra ter filho desse tamanho.

Carolina Oliveira no Bate Papo da Globo fala que tem uma irmão postiço o Daniel de Oliveira, ela fez a Maria criança e o Daniel fez o palhaço Quirino na microssérie Hoje é Dia de Maria.


Até que fim a Vanessa e o Dani assumem o namoro!



Dois meses depois do fim de Cabocla, o casal de atores Daniel de Oliveira e Vanessa Giácomo posou pela primeira vez junto (foto), domingo, na Feijoada da Dadá, no Hotel Pestana, em Salvador. Durante a novela, quando começaram a surgir os boatos de que os dois estavam namorando, eles evitavam os flashes. Quando apareciam, chegavam a colocar colegas de elenco da trama entre eles para despistar. Comedidos, os atores badalaram por lá de mãos dadas e trocando carinhos, assumindo, enfim, o romance, mas não se beijaram em público.

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Sábado, Fevereiro 05, 2005


Poxa gente fikei triste, nemhum comntário no último post, notícia nova e nehum comentário. Fikei :O( triste a bessa!!

Mais td bem, passou. Estava na internet procurando algumas reportagens e axei esta do filme, já deu pra perceber que eu adoro tudo do filme néh? Então vô botar uma pequena reportagem inédita. COMENTEM!!!!!!!!

Daniel de Oliveira


Ator
2004- A Dona da História
2004-Cazuza - O Tempo Não Pára
2000- O circo das qualidades humanas

Curiosidades

- Na TV desde 1998, quando um comercial lhe abriu as portas para uma participação em "Brida", derradeiro folhetim da extinta TV Manchete.

- Atua nas primeiras peças amadoras no curso do Núcleo de Estudos Teatrais, em Belo Horizonte. Com pouco tempo de casa, ele e mais 12 amigos fundaram um grupo teatral, Máscaras, que acabou por superlotação:

- Durante algum tempo, o teatro ajudou a pagar suas contas, até que em 1999 Daniel teve a chance de atuar em Malhação, onde permaneceu por um ano e meio.

- Em seguida, teve uma participação como o padre "Gregório de A padroeira" (2001).

- Foi nesse meio tempo que surgiu a oportunidade de filmar Cazuza (2004).

- Seu trabalho seguinte foi na pele de Bernardo, na minissérie "Um só coração", seguido da novela "Cabocla" ambos da TV Globo.

- Para escolha do ator para o papel de Cazuza, Sandra Werneck, desde o início queria um desconhecido. Achava que nenhum ator muito marcado entraria na vida do Cazuza como eu gostaria. Foram mais de 60 testes, o Faustão anunciou a busca de um ator para o papel, muita gente apareceu. Nos testes, não dava cenas, preferia a improvisação. Daniel Oliveira foi sugerido pelo ator Sérgio Maciel, que tinha sido companheiro de Cazuza. Daniel tinha feito uma ponta em um filme que nunca passou, estava fazendo uma peça e só tinha participado de Malhação. No teste, ele deveria improvisar a cena de quando recebia o resultado do teste da Aids. A maioria dos atores chorava, corria, se desesperava. Ele pegou o teste, amassou, botou na boca e cantarolou "o meu futuro é duvidoso". Ele teve uma atitude totalmente Cazuza. Sandra Werneck não teve mais dúvida, mas não podia escolher sozinha. Levou uma fita com oito testes para os pais do Cazuza. Quando João viu Daniel, falou: "é esse, Lucinha".

Fonte: Adoro cinema Brasileiro

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Sábado, Fevereiro 05, 2005


Oiiiiii galerinha...td bom?
Esta semana começou minhas aulas, gostei di pessoal e tals. Mas como disse mesmo em aulas postarei aqui!
Hoje tenho novidades do Daniel. Eh da data de 1/02 mais vai assim mesmo.

Feijoada da Dadá





O Daniel e a Vanessa Em Salvador-Bahia na Feijoada da DadáNo último domingo, 30, Daniel Oliveira, Vanessa Giácomo, Bruno Gagliasso, Solange Couto, Leda Nagle, entre outros famosos, compareceram na tradicional "Feijoada da Dadá", em Salvador.

O evento, que todos os anos reúne famosos, foi um sucesso e a quituteira mais famosa do país não deixou a desejar, com suas comidas tão elogiadas pelo Brasil afora.




Hoje entrou no blog uma amiga minha para fazer ele junto comigo, fiquei muito feliz, mais uma ajudante no blog. para que ele fique ainda mais lindo.

Larissa seja bem vinda ao meu blog, que vc goste muito e se esforce tb.

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Pessoal botei um lugarzinho no blog só do Cazuza, com blogs e letras de músicas. Em Breve colocarei do Pedras pra Moer. Cada semana aumento alguma coisa, mudo a música...

Em Breve novos links , fotos, noticias. Aguardem.



 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Domingo, Janeiro 30, 2005


O Daniel de Oliveira tá parado mesmo, ate agora nenhuma notícia dele, por enquanto só vô botando fotos, mas isto é temporário!
Por enquanto só as fotos mesmo.

Foto do Daniel e do Cazuza quando bebês.


Coisa mais linda o Dani quando criança!


Caju nos seus 2 anos de idade ao lado da sua mãe Lucinha


Cazuza com 2 anos

Créditos: Foto do Daniel: IG girl
Foto do Cazuza: www.cajumeuamor.blogger.com.br


Pessoal vô deixar aqui um aviso se um tal de DANIEL DE OLIVEIRA fala com vc, naum eh ele é uma pessoa que quer saber a sua senha, por isto fiquem atentas!

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Sábado, Janeiro 29, 2005


Oi gente. Chegando o final de semana e acabando minhas férias, eh uma pena, mas naum vou deixar de postar aki!

Como agora to botando so fotos, resolvi botar umas que ja fazem um tempinho, mas tudo que eh bom nunca perde o significado!

Fiquem com as fotos e bom final de semana!

DANIEL DE OLIVEIRA







 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Quinta-feira, Janeiro 27, 2005


Oi pessoal.
Eu peço mil desculpas pela desatualização do blog, estava viajando dai naum tinha como postar aqui, mas a partir de hj vou postar td semana.
Não tenho novidades do Daniel, então resolvi postar fotos dele no filme Cazuza, o filme inesquecível na minha vida, adoro as fotos do filme, adoro td do filme, espero que vcs tb gostem.
Assim que tiver mais notícias botarei aqui com certeza, enquanto isto fico com as fotos do filme mesmo.

Cazuza - O tempo não Pára

DANIEL:






DANIEL E AMIGOS:






Espero que tenham gostado das fotos do filme, separei as do Dani so e com os amigos!
bem eh isto. Super beijo, qualquer noticia coloco aki!

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Domingo, Janeiro 16, 2005


Oi pessoal
estava tc com a Livia(fã do Cazuza que conheci ontem. rs. te adoro Livinha) ai ela pediu pra mim entrar no blog dela, ai achei umas fotos do Pedras exclusivas, resolvi postar aki, pedi a ela, ela gintilmente me mandou(Obrigada miga).
Como também adoro o Pedras vou postar aki no meu blog do Dani.

Show do Sesc Madureira


Tom, André, Cris, Daniel e Arthur


Tom, Cris e Daniel


Tom, André., Pedro e Dani


Tom, André, Dani, Cris e Arthur

Pronto pessoal estas são as fotos, obrigada a Livia pelas fotos exclusivas!

Bjão ao pessoal do Pedras(amo vcs) e especialmente ao Dani, super beijo pra ele!


 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Domingo, Janeiro 16, 2005


Oi pessoal, td bom?
desculpem o tempo que passei sem postar aqui, aconteceu que o template estava com alguns problemas dai esperei ficar tudo pronto postar, mas agora esta td certo, espero que tenham gostado do template e que gostem tambem do blog!

Vô botar aki umas fotos e uma breve reportagem da Estréia da Microssérie Hoje é dia de Maria, que aliás esta sendo um grande sucesso!
A Microsserie ja estreou faz um tempinho, mas vou botar hj, pois naum pude postar pelo probleminha que acabei de dizer :O)

O Elenco assiste a estréia:


Rodrigo Santoro, Daniel de Oliveira, Thainá e Vanessa Giácomo


Carolina Oliveira e Daniel de Oliveira

Em clima de muita expectativa, elenco e equipe de produção se reuniram nesta terça-feira para assistir à estréia da microssérie Hoje é Dia de Maria.

A primeira aparição da atriz Carolina Oliveira, a protagonista Maria, foi aplaudida com entusiasmo pelos colegas. O vôo rasante do Pássaro Incomum, marionete do Giramundo, também causou burburinho. Ao final, a emoção era geral.

Invadiu desde atores veteranos, como Fernanda Montenegro (Madrasta) e Osmar Prado (Pai), às estreantes, como Carolina (Mariazinha) e Thaynná Pina (Joaninha). Depois da exibição do capítulo, foi feito um churrasco seguido de um forró ao vivo, dentro do domo, onde as cenas foram gravadas.

Também estavam presentes à confraternização e comemoraram a excelente audiência da estréia o artista plástico Raimundo Rodrigues, a atriz Maria Clara Fernandez, que ensaiou Carolina durante todo o processo, e os atores: Rodrigo Santoro (Amado); Letícia Sabatella (Maria); Stênio Garcia (Asmodeu); Daniel de Oliveira (Quirino) acompanhado de sua companheira a atriz Vanessa Giácomo; Inês Peixoto (Rosa); João Sabiá (Asmodeu bonito); Charles Fricks e Leandro Castilho (Executivos), e Rafaella Oliveira (Joaninha adulta).

 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Segunda-feira, Janeiro 10, 2005


DANIEL NA REVISTA: ISTO É GENTE



Os melhores de 2004- Perfil
O tempo de Daniel Oliveira
Com sua impressionante interpretação, o ator ajudou "Cazuza - O Tempo Não Pára" a ser o campeão da bilheteria nacional, protagonizou Cabocla e vive romance com Vanessa Giácomo


A vida de Daniel de Oliveira se divide em a.C. e d.C. antes e depois de Cazuza. Até ser chamado para viver o compositor no filme Cazuza - O Tempo Não Pára, de Sandra Werneck e Walter Carvalho, o ator mineiro pesava os mesmos 62 kg de hoje em dia, namorava Débora Falabella e era praticamente desconhecido. Na Rede Globo, só tinha feito Malhação e metade da novela A Padroeira. Agora, tudo está bem diferente.

Cazuza exigiu um grande investimento do ator de 27 anos. Para garantir a semelhança com o compositor até nos momentos finais de sua vida encurtada pela aids, ele teve de emagrecer 11 quilos em três semanas. Tinha direito a um suco de laranja e uma fatia de queijo no café da manhã, 150 gramas de peito de frango e salada verde à vontade no almoço, e uma sopa de legumes no jantar. Fora isso, só podia ingerir três bolachas de água e sal, uma de manhã, uma de tarde e outra à noite. "Comia devagarzinho, era a minha guloseima", lembra. Mas o trabalho de interpretação não se resumiu a isso. "Ele tinha até características pessoais do Cazuza, o jeito de pegar o cigarro, o riso, a cara de moleque" diz o pai do cantor, João Araújo, dono da gravadora Som Livre. Na estréia do filme no Rio, João chamou o ator num canto e, com olhos cheios d'água, disse: "Você fez coisas que só um pai sabe identificar". "Ali ele me emocionou", lembra Daniel. Com Lucinha Araújo, mãe do poeta, Daniel se encontrou várias vezes nas filmagens. Hoje, se falam sempre que podem. "Rolou essa intimidade. A gente conversa, vai tomar uma juntos", conta o ator.

O esforço foi recompensado com prêmios como os de melhor ator de cinema da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) e do Qualidade Brasil e prestígio. "Ele era praticamente desconhecido e virou protagonista de novela depois do filme", resume Sandra Werneck. Além disso, Daniel ajudou Cazuza - O Tempo Não Pára a se tornar a maior bilheteria nacional de 2004, com 3,08 milhões de espectadores.

A guinada começou antes da estréia do longa-metragem, em junho. Em janeiro, Daniel ainda estava mais perto dos 51 kg atingidos com o regime do que dos atuais 62 kg, quando foi chamado para viver o sensível Bernardo de Um Só Coração. O peso foi recuperado ao longo da minissérie, enquanto o cabelo raspado para o filme foi disfarçado com uma boina. A composição de Luís Jerônimo, personagem de Cabocla que tinha sido de Fábio Júnior em 1979, não deu tanto trabalho, mas rendeu o maior sucesso do ator na tevê, que pode ser medido pelos 34 pontos de média no Ibope da trama concluída em novembro. ¿Ralei, mas foi ótimo¿, diz. O papel marcante, porém, não ofuscou a fama adquirida na tela grande. Tony Ramos, seu colega na novela, só o chamava de Cazuzinha. Agora, Daniel acaba de gravar como o palhaço Quirino na microssérie Hoje É Dia de Maria, dirigida por Luiz Fernando Carvalho, que irá ao ar no dia 11 de janeiro.

Para o ator, 2004 marcou também o fim da relação de quatro anos com Débora Falabella. Tudo numa boa, e os dois continuam amigos. Reservado, Daniel não confirma o namoro com Vanessa Giácomo, 21, seu par romântico em Cabocla. ¿Prefiro não falar, mas já assumiram esse namoro pra gente. Então tá valendo, deixa assumirem¿, brinca, com o mesmo bom humor que, segundo Sandra Werneck, foi funda-
mental para o sucesso de seu filme. ¿Ele nunca reclamou de nada. Se fosse outro ator, o projeto não teria dado tão certo¿, afirma ela.

Uma das poucas coisas que permanecem desde antes de Cazuza é o Gol ano 2000 com pára-brisa rachado, seu único bem. ¿Acham que fiquei rico com o filme. Que nada, mas pelo menos vou trocar o vidro do carro¿, brinca, de novo, o ator, que em 2005 quer continuar investindo no cinema e dedicar mais tempo a sua banda de rock, Pedras Pra Moer.





 

Postado Por: Maria Luisa MF

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Segunda-feira, Janeiro 10, 2005


ALTAS HORAS



Daniel participou último sábado dia 8

Uma das boas revelações dos últimos tempos, ator terminou recentemente sua participação na novela 'Cabocla', outro grande sucesso. E 2004 foi o ano de 'Cazuza', filme em que interpretou o papel do controvertido e genial poeta, cantor e compositor carioca falecido em 1990.
Daniel participou também da minissérie 'Um Só Coração', feita em homenagem aos 450 anos da cidade de São Paulo.
Demonstrando grande versatilidade ao interpretar papéis tão diferentes entre si, Daniel de Oliveira é sem dúvida uma das grandes promessas da TV, cinema e teatro brasileiros.


 

Postado Por: Maria Luisa MF

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